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Betis-Sp. Braga, 2-4

Uma noite para sempre recordar

Ricardo Horta Poderia ter sido Pau Victor, também Gorby ou até mesmo Vitor Carvalho, mas a escolha acaba por ir para Ricardo Horta por duas razões. A principal: além do golo que marcou, de penálti, também foi ele que assistiu – de livre – Vitor Carvalho para o golo do empate logo no início da segunda parte. A isto junta o facto de, durante uma má primeira parte, ter sido o elemento bracarense que ainda tentou levar a equipa para a frente. Ou seja, foi um capitão, como é seu apanágio.

O MOMENTO: Empate de Vitor Carvalho (48m)

O Braga vinha embalado do golo de Pau Victor já no final da primeira parte e não podia pedir melhor altura para empatar do que logo no início do segundo tempo. Foi o momento ideal que deu alento para a remontada épica a que se assistiria durante o restante tempo. Que noite europeia!

DESTAQUES:

Pau Victor: Foi nos pés dele que começou esta reviravolta. De regresso a Espanha, Pau Victor, que jogou e foi formado no Barcelona, soube aproveitar uma bola que tinha ficado perdida para marcar, na única chance do Braga na primeira parte. De resto, lutou muito na frente de ataque, dando lugar a João Moutinho quando a eliminatória já estava decidida.

Gorby:

A maneira como Gorby fechou o jogo acabou por ser o epílogo perfeito da noite do Braga em Sevilha. Com um remate de primeira, o médio bracarense selou a passagem portuguesa para as meias finais. A equipa de Vicens é a única representante portuguesa nas competições europeias!

Ez Adbes:

Durante aqueles primeiros 35 minutos em que o Betis dominou a seu bel-prazer, Ez Adbes foi o expoente máximo do bom futebol apresentado pelos espanhóis. Além do golo que marcou, também assistiu Antony para o primeiro do Betis. O marroquino não engana: é craque. Depois, com o desenrolar do jogo, acabou por seguir os colegas e baixou de nível.

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