Mundial2026: FIFA atribui prémio recorde de 50 milhões de dólares ao campeão
Espanha e Argentina disputam no domingo, em East Rutherford, o troféu e a maior bolsa da história das competições mundiais de futebol

A final do Mundial2026, agendada para domingo no Estádio MetLife, em East Rutherford, nos Estados Unidos, vai atribuir à seleção vencedora um prémio recorde de 50 milhões de dólares. O confronto entre Espanha e Argentina decide não só o título máximo do futebol mundial, mas também a maior recompensa financeira já entregue pela FIFA a um campeão.
O valor representa um aumento significativo face às edições anteriores. A equipa que erguer a taça vai receber mais oito milhões de dólares do que a Argentina arrecadou ao sagrar-se campeã no Qatar, em 2022, e mais 20 milhões do que Espanha embolsou em 2010, na África do Sul, aquando da sua única conquista mundial até hoje. A escalada de valores confirma a tendência de crescimento das bolsas atribuídas pelo organismo que rege o futebol internacional.
A distribuição de prémios não se esgota no primeiro lugar. O finalista vencido do Mundial2026 vai receber 33 milhões de dólares, enquanto o terceiro classificado arrecada 29 milhões e o quarto lugar fica com 27 milhões. Esta hierarquia de valores reflete o peso financeiro crescente que a FIFA atribui à competição, com impacto direto nas federações nacionais e nas respetivas seleções.
Verbas da FIFA ultrapassam os 870 milhões de dólares
Além dos prémios atribuídos consoante a classificação final, todas as seleções participantes no Mundial2026 recebem também taxas de participação definidas pela FIFA. Em abril, o organismo anunciou um reforço de 15% nestas verbas, elevando o total distribuído pelas 48 seleções envolvidas para 871 milhões de dólares.
Segundo os valores divulgados, cada federação recebeu 10 milhões de dólares apenas pela qualificação para o Mundial2026, aos quais se somam mais 2,5 milhões de dólares destinados a preparação e apoio logístico. No total, cada seleção garantiu à partida 16 milhões de dólares, independentemente do desempenho em campo.
Com a final marcada para domingo, o desfecho do Mundial2026 vai assim definir não apenas o novo campeão do mundo, mas também qual seleção arrecada a fatia mais generosa de uma bolsa de prémios que consolida esta edição como a mais lucrativa de sempre no futebol internacional.






