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Voz(inha) da experiência comandou a estreia de sonho (crónica)

Veterano agarrou o ponto mais saboroso da história de Cabo Verde e foi o rosto de uma exibição hercúlea em Atlanta, frente à campeã europeia. Tremendo espírito de sacrifício e organização inabalável foram os ingredientes do sucesso. Seria (bastante) injusto que Tubarões Azuis não levassem nada do jogo

Dificilmente podia ter saído em sorte um adversário mais poderoso a Cabo verde na estreia absoluta dos Tubarões Azuis em Campeonatos do Mundo. Mas igualmente complicado seria antecipar que a seleção de Bubista complicasse tanto a vida à toda-poderosa campeão da Europa. A cereja no topo do bolo? Que conseguisse somar o seu primeiro ponto de sempre!

A Espanha entrou, contra todas as expectativas, com o pé esquerdo no Mudial, é certo, mas as atenções (com toda a justiça, diga-se) devem estar viradas para os heróis africanos.

Com um plano claramente definido e tremendamente bem executado pelos intervenientes, a equipa caboverdiana mostrou desde cedo que seria um osso bem duro de roer para La Roja. e causaram calafrios com combinações pela esquerda, com pedri a orquestrar os ataques a partir do meio-campo, mas o cofre mostrou-se inquebrável.

Na primeira metade, foi perto do intervalo que o conjunto africano sentiu mais dificuldades, mas o veterano Vozinha mostrou que, aos 40 anos, ainda oferece garantias na baliza. O guardião que representou o chaves nas últimas duas épocas somou três intervenções de alta exigência e segurou o nulo, depois de Ferrán ter falhado escandalosamente o 1-0 aos 39 minutos, atirando com estrondo à barra.

A Espanha entrou, contra todas as expectativas, com o pé esquerdo no Mundial, é certo, mas as atenções (com toda a justiça, diga-se) devem estar viradas para os heróis africanos.
Com um plano claramente definido e tremendamente bem executado pelos intervenientes, a equipa caboverdiana mostrou desde cedo que seria um osso bem duro de roer para La Roja. Marc Cucurella e Ferrán Torres causaram calafrios com combinações pela esquerda, com Pedri a orquestrar os ataques a partir do meio-campo, mas o cofre mostrou-se inquebrável.
Na primeira metade, foi perto do intervalo que o conjunto africano sentiu mais dificuldades, mas o veterano Vozinha mostrou que, aos 40 anos, ainda oferece garantias na baliza. O guardião que representou o Chaves nas últimas duas épocas somou três intervenções de alta exigência e segurou o nulo, depois de Ferrán ter falhado escandalosamente o 1-0 aos 39 minutos, atirando com estrondo à barra.

A Espanha entrou, contra todas as expectativas, com o pé esquerdo no, é certo, mas as atenções (com toda a justiça, diga-se) devem estar viradas para os heróis africanos.

Com um plano claramente definido e tremendamente bem executado pelos intervenientes, a equipa caboverdiana mostrou desde cedo que seria um osso bem duro de roer para La Roja.  causaram calafrios com combinações pela esquerda, com pedri a orquestrar os ataques a partir do meio-campo, mas o cofre mostrou-se inquebrável.

Na primeira metade, foi perto do intervalo que o conjunto africano sentiu mais dificuldades, mas o veterano Vozinha mostrou que, aos 40 anos, ainda oferece garantias na baliza. O guardião que representou o chave nas últimas duas épocas somou três intervenções de alta exigência e segurou o nulo, depois de Ferrán ter falhado escandalosamente o 1-0 aos 39 minutos, atirando com estrondo à barra.

A Espanha entrou, contra todas as expectativas, com o pé esquerdo no Mundial, é certo, mas as atenções (com toda a justiça, diga-se) devem estar viradas para os heróis africanos.
Com um plano claramente definido e tremendamente bem executado pelos intervenientes, a equipa caboverdiana mostrou desde cedo que seria um osso bem duro de roer para La Roja. Marc Cucurella e Ferrán Torres causaram calafrios com combinações pela esquerda, com Pedri a orquestrar os ataques a partir do meio-campo, mas o cofre mostrou-se inquebrável.
Na primeira metade, foi perto do intervalo que o conjunto africano sentiu mais dificuldades, mas o veterano Vozinha mostrou que, aos 40 anos, ainda oferece garantias na baliza. O guardião que representou o chaves nas últimas duas épocas somou três intervenções de alta exigência e segurou o nulo, depois de Ferrán ter falhado escandalosamente o 1-0 aos 39 minutos, atirando com estrondo à barra.
As (raras) falhas de concentração da defesa dos Tubarões no arranque do segundo tempo fizeram antever 45 minutos de grande sofrimento e de investidas constantes dos espanhóis, mas a verdade é que a falta de inspiração dos pupilos de De la Fuente — Yamal teve de entrar para abanar com o jogo —, aliada à solidez caboverdiana, culminaram no nulo histórico — curiosamente, o primeiro da presente edição do Mundial.
Mais surpreendente ainda foi a ameaça ao cair do pano que podia ter dado os três pontos à seleção africana. Num canto já na compensação, Diney Borges saltou mais alto do que toda a gente e ficou muito perto do golo. Unai Simón travou o cabeceamento que podia ter dado contornos épicos de níveis estratosféricos ao jogo que ficará para sempre na história do país.
As lágrimas no final ilustram o significado do feito para toda a nação caboverdiana, que vibra como nunca e tem ainda bem presente o sonho de se qualificar para os 16 avos de final do Mundial. Segue-se o Uruguai, no domingo, e a Arábia Saudita, no sábado seguinte. Quem demonstrou esta capacidade contra o segundo classificado do ranking da FIFA tem o direito de ambicionar algo mais… contra qualquer equipa.

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